Quarta-feira, Março 19, 2008

Estômago


enquanto passeamos por panelas, queijos, salsas, alecrins, tomilhos, gorgonzolas, bichos, batatas, carnes sanguinolentas, fumaças embevecedoras, aromas que quase dá para tocar, paisagens urbanas, celas, chulés... vamos conhecendo, um bocadito por vez, a história entrecortada de raimundo nonato, o protagonista de "estômago".

a maneira como o diretor marcos jorge escolheu de apresentar a história mantém a platéia atenta, cada vez contando um pedacinho e costurando bem as passagens entre os fatos do agora com os que levaram raimundo a estar nesta situação. a pergunta desde o início é: por que um matuto, aparentemente inofensivo como nonato, estaria preso?

a trama vai seguindo, e, enquanto a gente tenta descobrir a resposta, dá-lhe mais xinxins de galinha acompanhado de arroz ao leite de côco, leitões assados inteiros (só faltou a maçã na boca :-), peixes enormes, carpaccios caprichados, feijoadas, coxinhas de galinha, macarrões à putanesca, pastéis de carne moída, angosturas, chiantis, macarrões à meia-noite, feijões e., carnes de panela com batatas coradas, entradinhas de formiga, couves refogadinhas, maria-lôcas...

como bem diz nonato, se a comida for boa... ah! "não há quem não se renda, quem não amoleça..." é um tipo irresistível de sedução, ora velada, quieta como um mineiro, ora escandalosamente explícita, sensual, sexual... que te traga num minuto e você sucumbe, porque não há nada que se possa fazer...

joão miguel está bárbaro encarnando a personagem principal. o que mais me impressionou foram as expressões que ele consegue moldar em seu rosto. incrível. e fabiula nascimento, que dá vida à prostituta íria, por sua vez, é a própria encarnação do prazer ilimitado e profundo da gula. a maneira como ela se compraz devorando desde um galho de salsinha até o prato mais requintado é puro deleite. feliz escolha de elenco e eu adorei ainda mais porque ela é uma moça com curvas, fora dos padrões ditatorias das magrezas esqueléticas e anoréxicas. bem, também não dava para uma glutona de marca maior como ela ser magrela né? de todo modo, salves para a beleza dos corpos reais com barriguinhas e celulites!

delícia, ainda, é acompanhar os nomes que vão passeando pelo filme: nonato canivete, bujiú, íria, zulmiro, giovanni, etcetera, lino, edson... os nomes que desfilam junto com o palavrório desbocado repleto de bundas, caralhos, putarias, putanescas, bucetas... são escolhas felizes que envolvem e costuram bem os universos do filme: a comida - que sempre cumpre esse papel de união, seja onde for - a prisão, a vida pregressa e a vida de hoje de raimundo nonato. e ainda tem a participação especial de denominações erradas das coisas como "alegrinho" e "puta vesga". literalmente, uma delícia!

infelizmente, não posso dizer o mesmo da trilha sonora... faltou muito pouco para que ela formasse um uno com o filme. por exemplo, a idéia da repetição de uma música para todos os momentos de deleite com a comida é boa, mas achei que a música escolhida não foi um casamento perfeito... e, estranhamente, o filme não me deu fome. de duas uma: ou eu estava satisfeita demais ou isso é mau sinal!

agora, o que eu gostei mesmo de saber, foi que a produção contratou um consultor de comportamento no cárcere, o luiz mendes jr. (que faz uma ponta como carcereiro). ele próprio passou 31 anos e 10 meses na prisão. de bandido, virou escritor e consultor. ainda na prisão, escreveu "memórias de um sobrevivente". fiquei interessadíssima em ler. eu amei carandiru, de drauzio varella, e conhecer um outro ponto de vista sobre o mesmo assunto é algo que me atrai muito.

bom... mas, depois de tudo isso, a pergunta "que raios fez raimundo que foi parar na prisão?" ainda continuava a me atormentar e, conforme o tempo foi passando, imaginei que o final, obviamente, seria a resposta, mas não foi. ele vai além. como ODEIO quando leio um artigo que conta o final sem aviso prévio, vou dizer apenas que eu "deixaria a questão no ar". é um pouco non-sense essa opinião colocada desse modo meio enigmático aqui, mas, pelo menos, não estragamos o filme alheio! quem quiser, pode discutir comigo nos comments ;-).

de todo modo, me deu vontade de ver o filme novamente, o que, sem dúvida alguma, é bom sinal!

FICHA TÉCNICA
Título Original: Estômago
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 11.abr.2008
Direção: Marcos Jorge
Roteiro: Lusa Silvestri
Música: Giovanni Venosta
Fotografia: Toca Seabra
Produção: Claudia da Natividade (Zencrane); Fabrizio Donvito, Marco Cohen e Gabriele Muccino (Indiana)

Visite o site do filme Estômago e reserve a agenda para o dia próximo dia 11 ^^!

Quinta-feira, Dezembro 28, 2006

300: Cinema x HQ

Agora virou moda em Holywood tentar recriar o visual idêntico dos quadrinhos no cinema. O que era inovação em Sin City, corre o risco de virar preguiça. A técnica baseia-se na filmagem das cenas com fundos verdes e a recriação dos cenários e da iluminação com computador.
O mais novo adepto da técnica é 300, baseado na HQ de Frank Miller (o mesmo de Sin City), dirigido por Zack Snyder da refilmagem de Madrugada dos Mortos. A comparação do visual entre o filme e a HQ é apresentada abaixo, xupinhado do site Frenezy.
Ah, uma curiosidade, o careca cheio de piercings é o Rodrigo Santoro!




















Domingo, Novembro 26, 2006

The 50 Biggest Hollywood Disasters

Matéria publicada na Première americana de Novembro de 2006.
Os melhores fracassos são: 35, 27 e 7 - tão retumbantes que nem mereceram explicações!
Outras boas menções: 4, 2 e 1.

Vejam e dêem suas opiniões.

The 50 Biggest Hollywood Disasters

Filmmakers love a good disaster, whether it's melting polar ice caps, a dinner party blowup, or a bank heist gone bad. So it's only fitting that the industry's movers and shakers would also be prone to catastrophes. But be warned: This list is like Nick Nolte's infamous mugshot. It might make you laugh. Or cringe. Or maybe shed a tear. Before you start writing letters about what we missed, though, understand that we steered clear of the Hollywood Babylon tragedies—the James Deans and Marilyn Monroes—which have been done to death (pun intended). So without further ado, here's a shotgun blast of the silly, the sordid, the sad, and the absurd.


50.
The Matrix Reloaded's sweaty cave rave.
Maybe humanity will be partying at world's end, but let's hope there won't be any of Club Zion's dystopian-chic distressed-wear, or its awful, forced, multiculti primal gyrations. Just thinking about the Zion rave makes us want to take a shower. In bleach.

49. Commercials in movie theaters.
The ad industry's big-screen invasion leaves us wondering (a) why are we paying more than $10 for a ticket and (b) when's the goddamn movie going to start?

48. The tortured 1982 jungle epic that was Werner Herzog's Fitzcarraldo
It kicked off in the Amazon with Jason Robards and Mick Jagger in key roles, but health worries subtracted Robards, and a Stones tour claimed Jagger. Taking Robards's place was temperamental German thespian Klaus Kinski, who so alienated the natives that they offered to murder him. The longest drought in 65 years stranded the film's crucial steamship on a sandbar, and then torrential rains and a border war dogged filming.

47. Nipples on the Batman suit

46.Quentin Tarantino's acting career.
Great director. Crap actor. Even worse American Idol judge.

45.Foot in mouth disease:
A fairly rare condition in which a star or mogul loses the ability to stop self-destructive statements from leaving the mouth.
"It was the goal of these people to eliminate me . . . They wanted to kill Michael Ovitz. If they could have taken my wife and kids, they would have."—Michael Ovitz, in
Vanity Fair (August 2002), talking about what he called the "Gay Mafia."

44.Why do bad things happen to good Saturday Night Live comedians? And vice versa?
Everything from drug abuse to cancer to a murder-suicide has conspired to take some of SNL's brightest and funniest stars, including John Belushi, Gilda Radner, Chris Farley, and Phil Hartman. While they were stolen from us too soon, other SNL alumni are dying a slow death, subjecting us to formulaic and not-funny (ha-ha or otherwise) movies. (For now, we'll forgive Will Ferrell for Anchorman.)

43.The incredible brain trust that was Pop.com.
Nothing encapsulates the misguidedness of the dot-com era like the website from Steven Spielberg, Jeffrey Katzenberg, David Geffen, Ron Howard, and Brian Grazer, some of the smartest men in Hollywood. The DreamWorks and Imagine Entertainment partners spent $7 million developing the much-hyped venture, announced in 1999, which promised content from A-listers like Steve Martin, Drew Barrymore, Mike Myers, and Eddie Murphy. And then they pulled the plug before it even launched.

42.And come to think about it, online entertainment in general.
Remember all the millions wasted on websites that were going to revolutionize Hollywood? Apparently people didn't want to watch bad cartoons and short films on their computers. Go figure.

41. Former dry cleaner to the stars
Elie Samaha built Franchise Pictures largely on his ability to nuzzle up to big talent and find a way to bankroll their pet projects. Too often, the end result has been B.O. fizzle (remember Battlefield Earth?). Figure in the discovery that Samaha was bilking German distributor Intertainment by padding budgets, subsequent judgments against Samaha and Franchise totaling $106 million, and the company's bankruptcy filing, and Samaha's career looks to be in its final spin cycle.

40.Mickey Rooney's Cartoonish, stereotype-infused
portrayal of Japanese landlord in Breakfast at Tiffany's marred a great film, and ranks near D.W. Griffith's The Birth of a Nation as one of cinema's most racist nightmares.

39. Bruce Willis in Hudson Hawk

38. David Manning is a hollow man.
In 2001, Sony admitted that the rave notices for The Animal and Hollow Man, among other stinkers, were the work of critic Manning, who had been conjured up by its marketing department, and who was about as real as Rob Schneider's sex appeal. Fallout included a lawsuit from moviegoers and assorted slapping of corporate wrists.

37. Sofia Coppola's turn in The Godfather Part III.
For Francis Ford Coppola, bringing in camera-shy daughter Sofia — even if she was a last-second replacement for Winona Ryder — as coquettish Mary Corleone was the kiss of death.

36. Final Fantasy: The Spirits Within
It was supposed to usher in the era of the "synthespian," a CGI Uberform that would take over Hollywood. With a price tag of $137 million and a net loss of $105 million, Fantasy ended up being the first and last movie made by Japan-based Square Co.

35. Ashton Kutcher

34. Heidi Fleiss
She brokered $3,000 booty calls for Hollywood players and accepted personal checks for her services. When she got busted in 1993, her high- profile clients fretted a name-naming that never happened. Poor Charlie Sheen was the only big shot caught with his pants down.

33. The Director's Company.
Ignoring the cautionary examples set by such talent-founded film companies as United Artists (Pickford, Griffith, Chaplin, et al.) and First Artists (Streisand, Newman, Poitier, et al.) which soon became albatrosses around their originators' necks, '70s hotshot auteurs Francis Ford Coppola, Peter Bogdanovich, and William Friedkin forged ahead and formed this collective, which yielded three films before getting sucked into the usual whirlpool of ego and money.

32. Brigitte Bardot: Love the bod, hate the bigotry.
This June, the star was convicted yet again for inciting racial hatred against Muslims—but she's an equal-opportunity bigot, dispensing rancor for the unemployed, gays, women in politics, ill-kempt teachers, and the French in general.

31. Sean Connery and Harrison Ford as Russian sub captains with befuddling accents.
Between the Scot's brogue and the midwesterner's mumbling, it's an easy bet that the dialect coaches from 1990's The Hunt for Red October and 2002's K-19: The Widowmaker have since been outofworkavski.

30. Howard the Duck.
Long before George Lucas unveiled Jar Jar Binks, there was the 1986 sci-fi comedy about an extraterrestrial cigar-smoking fowl. Of course, as executive producer, Lucas didn't create Howard, but he bears some responsibility for this cinematic bird shit.

29. Madonna's acting career.
Great pop icon. Crap actor. Between the gimmick casting (A League of Their Own) and the vanity projects (Evita, Swept Away), the Material Girl has (literally) been a show-stopper on the big screen. We wish her the best of luck with her children's book career.

28. The Mutilation of Once Upon a Time in America.
Director Sergio Leone spent years crafting his gangster epic, imposing a dazzling Mobius-strip-like structure on his nearly four-hour-long film. The U.S. distributor, smelling box office poison, took the film from Leone, chopped it down to a little over two hours, and arranged the story chronologically. The 1984 film bombed anyway.

27. Gigli

26. The Razor's Edge. Jakob the Liar. The Majestic.
We love funny guys Bill Murray, Robin Williams, and Jim Carrey, but these sins against humanity, perpetrated in the name of serious acting, compelled us to suspend their dramatic licenses . . . but then we thought about Lost in Translation, Good Will Hunting, and The Truman Show, and figured we'd give them back. But let it be known that when good comedians go sad, a miserable time is had by all.

25. The MPAA's silly a screener ban in 2003 was supposedly about pirates.
A bunch of studio honchos outlawed the distribution of DVDs and tapes to press and Academy members. Was it sheer coincidence that they were also crippling their art-house competitors' shot at the gold? Nope, according to the judge who ruled against the studio consortium by overturning the ban two months after it took effect.

24. The lame movie career of Thomas Edison.
That lightbulb thing was great and all, but when it came to his work regarding moving pictures, Edison was a jerk (he also electrocuted an elephant once, but that's another story). Although he contributed many key innovations, his vicious, and ultimately unsuccessful, legal campaign to control the medium through patents led him to give up on the moving image in 1918.

23. Timothy Dalton as James Bond
He may not have been the worst idea, but the lanky, green-eyed brooder made his '80s 007 such a wussy sourpuss. All right, purists argue a darker Bond is what novelist Ian Fleming had in mind, but was he also going for charisma-free?

22. Orson Welles's torment at the hands of RKO Studios
The conflict dates back to 1942 and his attempt to follow up Citizen Kane with an adaptation of The Magnificent Ambersons. He shot his movie and left it in RKO's hands when he hurried off to Brazil to film an anthology that would foster relations between the U.S. and Latin America. His version was subjected to repeated testing, cutting, and a new ending while he worked down south. He couldn't rescue the now-compromised Ambersons, and was pulled off the Latin American project that would later become It's All True. His career never recovered.

21. Ishtar

20. Martin Scorsese losing the Best Director Oscar for GoodFellas to Kevin Costner's Dances with Wolves in 1991.

19. Orion Pictures' sudden nosedive from the top of a heap of Oscar gold.
Failing to reap crucial profits from ancillary businesses like TV and home video, the mini-major filed for bankruptcy in December of '91, months after scoring seven Oscars for Dances with Wolves and just three months before The Silence of the Lambs racked up five statues.

18. Roman Polanski's Lolita episode with a 13-year-old girl.
Facing a rape conviction and possibly a half-century behind bars, the Chinatown director fled to France and became a fugitive from the law and his flourishing career.

17. Movie piracy.
The MPAA says that the film biz loses $3.5 billion a year due to piracy; between 400,000 and 600,000 movies are swapped on the Internet each day. And new technology to download and burn is just getting cheaper and faster. Three words for the studios: Video on demand. Use it or lose it.

16. The horror that was the making of the American classic Apocalypse Now.
With Martin Sheen suffering a heart attack and Francis Ford Coppola pouring in his own money to finish the film, the production was a prolonged struggle during which Coppola lost 100 pounds (and almost his marriage) over 238 days of drug-fueled filmmaking, but somehow he came home with a masterpiece.

15. The Charity Bazaar Fire of 1897.
The Parisian gathering spot was filled with people eager to witness the dawn of a new medium. Tragically, the projector lamp caused an explosion. More than 120 lives were lost.

14. Brandon Lee's untimely death on the set of The Crow.
On March 31, 1993, an improperly loaded prop gun dealt a fatal wound to the 28-year-old Lee, whose premature death was not only reminiscent of that of his father, Bruce, but of a scene from his dad's Game of Death as well.

13. Sony hiring Peter Guber and Jon Peters
as co-heads of production in 1989. The odd-couple producers, who took credit for the success of Batman and Rain Man, were hired away from Warners, at huge cost, to run Columbia, where they piled hubris on inflated salaries and self-indulgent perks, and flushed millions into high-profile underachievers like Hook and Bugsy, and flops like Last Action Hero. After Peters reportedly got pushed out, and Guber later quit, the Japanese company took a roughly $3 billion write-off in 1994.

12. Without an heir apparent,
Michael Eisner committed an error apparent in 1995 when he hired mega-agent Michael Ovitz to run Disney, following the death of the number-two man, Frank Wells, and a public falling-out with then studio chairman Jeffrey Katzenberg. The marriage between the two Mighty Michaels ended in a nasty divorce after only 14 months, with Ovitz walking away with a severance package worth $140 million, and angry shareholders suing the Mouse House.

11. The demise of Roscoe "Fatty" Arbuckle
came to pass during the Labor Day break in 1921, when young actress Virginia Rappe was discovered passed out in his San Francisco hotel suite during a party. When Rappe died days later, Arbuckle (who was rumored to have been framed as her rapist by scam artists) was pilloried in the press during three manslaughter trials (with two hung juries). He was ultimately acquitted and was just getting to work again when, in 1933, he died of a heart attack at 46.

10. Cleopatra.
Fox invested $44 million in the two-and-a-half-year shoot of 1963's Cleopatra, which still reigns as the most expensive movie ever made (when adjusted for inflation). Liz Taylor nearly died from double pneumonia, director Rouben Mamoulian dropped out, the production relocated from England to Italy, and the Vatican condemned Richard Burton and Taylor's love affair.

9. The money pit that was Heaven's Gate.
Directed by Michael Cimino, this 1980 western also cost $44 million to make (not quite Cleopatra, but still . . . ) and grossed under $2 millionÑan epochal flop that triggered the sale of United Artists to Kirk Kerkorian, who merged it with MGM. A career-hurter for everyone involved, and the signal that the auteurs of the '70s, like Scorsese, Friedkin, and Altman, would begin to lose power.

8. Woody Allen: the past ten years.
We're not mad just — deeply disappointed. We adore Woody, which is why we're so upset: Every year we go to see his latest, only to find ourselves walking out of the theater, stunned at how one-note, sophomoric, and just plain unpleasant his movies have become. The few good ones (Sweet and Lowdown, Bullets Over Broadway) haven't helped stem the sickening recognition that a brilliant auteur has been replaced by a shrill hack.

7. Jar Jar Binks

6. VHS proved bigger but not necessarily Beta.
Although many experts argued the smaller tapes were superior in quality, Sony kept its Betamax format exclusive to its own VCRs while its competitors proliferated the VHS tape as the format of choice among consumers. So did Sony learn a lesson? Do you own a MiniDisc player?

5. Movie star salary inflation.
Jim Carrey raised the bar to $20 million with The Cable Guy; since then, Tom Cruise, Mel Gibson, and Will Smith have pushed the club into the $25 millionÐplus range (including profit participation deals). As salary inflation spirals upward, so do production costs. And, funny, we have yet to see any positive correlation between an actor's paycheck (did we say Paycheck?) and the movie being any better for it.

4. Never giving Alfred Hitchcock or Cary Grant an Oscar.
The Academy has made mistakes in its 77-year existence (the Oscar for Best Picture goes to . . . Chicago?), but none are as egregious as never calling the name of either Hitchcock or Grant. And no, honorary Oscars don't count.

3. Death on the set of Twilight Zone: The Movie.
In 1982, actor Vic Morrow, seven-year-old Myca Dinh Lee, and six-year-old Renee Chen were killed by a helicopter run amok amid blinding F/X explosions as director John Landis allegedly screamed "Lower! Lower! Lower!" at the pilot. Landis stood trial for involuntary manslaughter and walked away a free man.

2. The Hollywood blacklist.
During the McCarthy era, the House Committee on Un-American Activities took its communist witch hunt to Hollywood. More than 300 actors, writers, directors, and producers were branded red and found themselves unemployable, and some were even thrown in the clink. Those who named names saved their livelihoods, but tarnished their reputations. As for moviegoers, we lost a decade's worth of great films that might have been.

1. The tyranny of the opening weekend box office.
Anyone who has anything to do with movies lives and breathes in its shadow. The amount of money a movie earns in its opening weekend determines its life, and thus, the lives of everyone who works on it, starting with the executive who green-lights the project, so you know quality is not his biggest concern. What matters is what's marketable—the effective trailer, the prettiest faces to slap on a poster, the market-tested themes that draw an audience—so it's no wonder that a big chunk of the average studio movie's total budget goes to prints and advertising. No longer can smart movies hunker in at movie theaters, slowly developing an audience. This summer's unprecedented glut of huge openings—followed by precipitous drops—tells us that audiences are restless. So are we. Still, there's hope: Surprise hits like Crouching Tiger, Hidden Dragon and Fahrenheit 9/11 do exist. And then there was The Passion of the Christ . . . Well, maybe a little tyranny isn't such a bad thing after all.

Domingo, Novembro 19, 2006

Volver

Ontem, fui ver o filme Volver de Pedro Almodóvar, aliás, o mesmo a quem várias das estrelas dessa constelação de blogs rendem homenagem!

Eu não tinha lido absolutamente nada sobre o filme, nem mesmo a resenha. Tudo o que eu tinha visto eram algumas fotos - que me encantaram por sinal - e fiquei pensando que a fotografia do filme devia ser muito boa. E realmente era. Adorei o forte colorido que povoa a tela, seja nos figurinos, nos alimentos que Raimunda manipula ou nos enfeites que Paula pendura para enfeitar o restaurante.


De uma maneira geral, gostei do filme, mas, confesso que, até a metade, estava achando tudo bastante surreal e um tanto confuso.

Parte da trama se passa em um pequeno povoado em que a crença no extraordinário é bastante presente. Entre esse povoado e Madri, a vida de algumas mulheres está enredada e é lentamente desvelada para o espectador: Raimunda (Penélope Cruz) e sua irmã Sole (Lola Dueñas), a mãe delas (Carmen Maura), sua tia Paula (Chus Lampreave), a filha de Raimunda, também Paula (Yohana Cobo) e Agustina (Blanca Portillo).

Achei a atuação do elenco, como um todo, muito boa. A única exceção é quando Penélope Cruz canta exatamente "Volver", uma canção de Carlos Gardel: sua interpretação não convence, mas nada que comprometa o filme.

O final é surpreendente e faz tudo o que estava confuso ficar claro num piscar de olhos. Não deixe o cinema antes dos letreiros finais: o trabalho gráfico com cores e flores é um deleite para os olhos.

FICHA TÉCNICA
Título Original: Volver
Gênero: Comédia dramática
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (Espanha): 2006
Direção: Pedro Almodóvar
Roteiro: Pedro Almodóvar
Música: Alberto Iglesias
Fotografia: Jose Luis Alcaine
Produção: Esther Garcia

Sexta-feira, Novembro 03, 2006

Mostra De Cinema de São Paulo anuncia os seus vencedores

Saíram os vencedores da 30ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo...

http://www.omelete.com.br/cinema/news/base_para_news.asp?artigo=20467

30a. Mostra anuncia os seus vencedores
Por Marcelo Hessel3/11/2006

A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, trigésima edição, anunciou ontem à noite os seus vencedores. O júri votou a partir de uma pré-lista dos melhores votados pelo público. Confira:

Prêmio do Júri - Melhor Filme
O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia (Brasil)

Prêmio Especial do Júri
O Violino, de Francisco Vargas (México), com menção especial para o ator Don Angel Tavira

Prêmio do Júri - Melhor Ator
Adel Imam, por O Edifício Yacoubian (Egito)

Prêmio do Júri - Melhor Atriz
Maria Lundqvist, por Minha Vida sem minhas Mães (Finlândia)

Prêmio do Júri – Menção Honrosa
O Ano em que meus Pais saíram de Férias, de Cao Hamburguer (Brasil)

Prêmio Petrobras Cultural de Difusão – Melhor Longa Brasileiro de Ficção - (voto do público) – R$ 400 mil para distribuição
Antonia, de Tata Amaral (R$ 200 mil)
O Ano em que meus Pais saíram de Férias (R$ 200 mil)

Prêmio Petrobras Cultural de Difusão – Melhor Documentário Brasileiro - (voto do público) – R$ 200 mil para distribuição
Fabricando Tom Zé, de Décio Matos Jr.

Prêmio do Público – Melhor Curta Brasileiro
Primeira Vez, de Fabrício Bittar

Prêmio do Público – Melhor Média Brasileiro
Deus e o Diabo em cima da Muralha, de Tocha Alves e Daniel Lieff

Prêmio do Público – Melhor Longa Estrangeiro de Ficção
Rosso come il Cielo, de Cristiano Bortone (Itália)

Prêmio do Público – Melhor Documentário Estrangeiro
Uma Verdade Inconveniente, de Davis Guggenheim (EUA)

Prêmio do Público – Melhor Curta Estrangeiro
Eu quero ser Piloto, de Diego Quemada-Diez (Quênia/México/Espanha)

Prêmio do Público – Melhor Média Estrangeiro
Jana Sanskriti – Um Teatro em Campanha, de Jeanne Dosse (França)

Prêmio da Crítica – Categoria Internacional
Hamaca Paraguaya, de Paz Encina (Paraguai/França/Argentina/Holanda)

Prêmio da Crítica – Categoria Nacional
O Cheiro do Ralo

Prêmio da Juventude (votos de estudantes secundaristas dentro da seção Festival da Juventude)
Minha Vida sem minhas Mães, de Klaus Harö

Prêmio Humanidade
Vittorio De Seta, cineasta italiano de Banditi a Orgosolo (1961) e Cartas do Saara (2006), convidado de honra da 30a. Mostra

O Grande Truque/ The Prestige

Assiti ontem o Grande Truque/ The Prestige, de Chistopher Nolan. O filme retrata a história de dois mágicos no fim do século XIX.

O filme é bom entretenimento, mas tal qual A Outra Face/ Face-off, do John Woo com John Travolta e Nicholas Cage, necessita da suspensão da realidade para curtir o grande truque final do título em português. Aliás muito bem explicada pelo próprio Michael Caine, o engenheiro responsável por criar os truques, a platéia quer ser enganada. Para tanto, faz um acordo com o artista no começo do ato: suspenderá a crença na realidade, desde que seja surpreendida ao final...


http://sergiodavila.blog.uol.com.br/

02/11/2006
Christopher Nolan faz um "Grande Truque" mágico

"O Grande Truque", o novo filme do diretor Christopher Nolan, que estréia no Brasil, tem dois problemas. O primeiro: se você dirigiu a obra-prima "Amnésia" (2000), como fazer algo que esteja pelo menos perto da qualidade desse? O segundo: cíclica (e ciclotímica), Hollywood se autocanibaliza constantemente ao lançar filmes parecidos ao mesmo tempo; dessa vez, "O Grande Truque" chegou às telas dos Estados Unidos dias depois de "O Ilusionista", de Neil Burger, de temática similar.
Pois o espectador que também é cinéfilo e fã de Nolan vai gostar de saber que ele se safa bem das duas armadilhas, como um mágico experiente. Mágicos experientes, aliás, são o tema de "O Grande Truque", sobre a rivalidade de uma vida inteira entre Robert Angier (Hugh Jackman) e Alfred Borden (Christian Bale).
O que começa como uma busca de aperfeiçoamento de truques por ambos, amparados pelo veterano Cutter (Michael Caine), vira uma obsessão pela destruição do outro após uma morte acidental que o crítico não contará para não estragar a surpresa. Nolan sendo Nolan, o filme não é contado de maneira linear, mas com vaivéns no roteiro que só ajudam no truque final do diretor.
Tudo se passa na Inglaterra da virada do século, com incursões breves pelos EUA, em que descobertas tecnológicas -como o uso da eletricidade e os novíssimos aparelhos que saem das planilhas dos engenheiros- e formas inéditas de entretenimento, como o cinema, são encarados pela população em geral com o mesmo espanto e desconfiança dados a um truque de mágica.

Sofisticação
É nesse ambiente que os prestidigitadores -"The Prestige" é o título original- encontram terreno fértil para seus truques, cada vez mais sofisticados e ousados. Como explica Cutter já no início, a platéia quer ser enganada. Para tanto, faz um acordo com o artista no começo do ato: suspenderá a crença na realidade, desde que seja surpreendida ao final...
É o que Nolan faz com o espectador, com maestria. Para tanto, conta com um roteiro bem amarrado, escrito a quatro mãos com seu irmão, Jonathan, a partir do livro homônimo do excêntrico autor britânico Christopher Priest, que teve a idéia para sua obra ao ler sobre um mágico chinês que realmente existiu (e é a chave para o filme, fique atento).
Conta ainda com um elenco impecável, em que repete a dupla de seu "Batman Begins" (Christian Bale e Michael Caine) com acréscimos importantes, como Jackman e um adorável David Bowie no papel de inventor misterioso -Scarlett Johansson, que parece estar em todos os filmes de 2006, destoa com sua performance mediana.
Passados 20 minutos do longa, o próprio espectador se sentirá na platéia de um mágico, tentando adivinhar qual afinal é o truque. E não é essa a melhor definição de bom cinema?

O GRANDE TRUQUE
Direção: Christopher Nolan
Produção: EUA/Inglaterra, 2006
Com: Hugh Jackman, Christian Bale, Michael Caine, Scarlett Johansson, David Bowie

Terça-feira, Setembro 12, 2006

Gritos e Sussurros

Bom, embora corrido, pus a mochila nas costas e fui até o centro para assistir Gritos e Sussuros na Mostra Ingmar Bergman.


[Anna, interpretada por Kari Sylwan]

Cheguei em cima da hora, mas deu tempo de respirar um pouco antes do filme começar.

Eu nunca tinha visto filme algum do Bergman e depois de ter lido toda a sorte de opiniões sobre sua obra, tentei ir sem criar muita expectativa. Se não me engano, uma vez, há muito, muito, muito tempo atrás li uma crítica que dizia que Morangos Silvestres era chatíssimo-íssimo e que quem dizia que gostava era só pra fazer pose de cinéfilo. Achei engraçado na época e até um pouco despeitado, mas, enfim, era a chance de eu tirar minhas próprias conclusões.

Não dá pra dizer que eu exatamente gostei do filme, mas também não dá para dizer que eu odiei. E, às vezes, eu preciso de algum tempo pra digerir a coisa toda e formar uma opinião à respeito. Mas acho que não foi o caso desse filme.

Agnés (Harriet Andersson), uma mulher muito enferma mora na casa de campo em que passou a infância. São épocas remotas e o "médico da família" ainda é usual. Revezam-se para cuidar de Agnés suas duas irmãs: Karin (Ingrid Thulin), a mais velha e Maria (Liv Ullmann), a caçula, além da criada Anna (Kari Sylwan) que está na família há tempos. Nesse pequeno universo, segredos terríveis e pequenos acessos de loucura vão se desenrolando... Uma cena que me chamou atenção é da mutilação que Karin impõe a si mesma, muito parecida com a de Erika (Isabelle Hupert) em "A Professora de Piano" (e da qual muitas críticas comentam). Achei curioso, talvez Haneke tenha bebido da fonte de Bergman. Infelizmente, não conheço muito de cinema para poder fazer um paralelo mais aprofundado...


[Maria, interpretada por Liv Ullmann]

Acho que eu não veria o filme de novo, ele é um tanto aflitivo, arrasta-se e causa um certo desconforto, mas acho que essa é exatamente a proposta de Bergman, o que torna o filme extremamente coerente em todos os aspectos. Gostei muito da composição, da fotografia, do figurino e da estética do filme. E, apesar de tudo, a história acontece.

FICHA TÉCNICA
Título Original: Viskningar Och Rop
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (Suécia): 1972
Estúdio: Cinematographica AB / Svenska Filminstituet
Distribuição: New World Pictures
Direção: Ingmar Bergman
Roteiro: Ingmar Bergman
Produção: Lars-Owe Carlberg
Fotografia: Sven Nykvist
Desenho de Produção: Marik Vos-Lundh
Figurino: Marik Vos-Lundh
Edição: Siv Lundgren
+ Saiba mais sobre o filme +

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Este post tem a intenção de disseminar o trabalho de Ingmar Bergman. Todos os direitos de imagem são reservados aos seus respectivos proprietários.

Domingo, Setembro 10, 2006

Mostra "Amor nos Tempos de Agora"

O Sesc Santana está promovendo uma mostra chamada "Amor nos tempos de agora" com filmes em todas as terças-feiras do mês de setembro!

Também gratuito. O melhor é que dá pra fazer dobradinha assistindo dois filmes na seqüência!

Olha o descritivo da mostra e programação:

Acreditando que o cinema é muitas vezes um espelho da sociedade, o amor e a maneira como as pessoas se relacionam tornaram-se temas centrais da cinematografia mundial. Neste ciclo, com produções de origem e gêneros variados, temos um pequeno panorama de como as relações amorosas estão sendo tratadas pelo produção audiovisual contemporânea. Recomendado para maiores de 16 anos.

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Dia 12/09 – Terça

19h30
Os Amantes do Círculo Polar
O filme narra os encontros e desencontros de Ana e Otto, dois jovens apaixonados cuja história é contada a partir da visão que um tem da vida do outro. Cheia de pequenas reviravoltas, a história de Anna e Otto acaba por envolver o espectador em suas pequenas trapaças visuais.
Vencedor de cinco Kikitos no Festival de Gramado de 1999: Melhor Diretor, Melhor Roteiro, Melhor Música, Prêmio da Crítica e Prêmio do Júri Popular (Latino).
Origem/Ano: Espanha/ 1998;
Duração: 113 min;
Direção: Julio Medem;
Elenco: Najwa Nimri, Fele Martinez, Nancho Novo, Maru Valdivielso.

21h30
Amor a Flor da Pele
Em Hong Kong, um jornalista muda-se com a esposa para um novo apartamento. No local, conhece uma linda mulher casada. Aos poucos, eles se tornam amigos e descobrem que seus respectivos companheiros estão tendo um caso.
Vencedor do Prêmio Técnico e de Melhor Ator no Festival de Cannes
Origem/Ano: Hong Kong/ 2000;
Duração: 97 min;
Direção: Wong Kar-Wai;
Elenco: Tony Leung Chiu Wai, Maggie Cheung, Lai Chen, Rebecca Pan, Paulyn Sun.

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Dia 19/09 – Terça

19h30
Adão e Eva
Apresentadora famosa de TV, Catarina, aos 30 anos, deseja ter um filho. Sua intenção é uma "produção independente", e não quer qualquer relacionamento com o futuro pai de seu filho.
Origem/Ano: Portugal/ 1996;
Duração: 104 min;
Direção: Joaquim Leitão;
Elenco: Maria de Medeiros e Joaquim de Almeida.

21h30
Quando a Noite Cai
Camille, professora de colégio protestante, conhece por acaso uma extravagante artista de circo, Petra, que abre para ela um mundo novo capaz de mudar radicalmente suas expectativas de vida. Logo ela se descobre apaixonada pela nova amiga e pela primeira vez na vida, admite seus verdadeiros desejos. Um filme sobre a transformação, sobre o novo e sobre as mudanças que o amor pode provocar.
Origem/Ano: Canadá/ 1995;
Duração: 93 min;
Direção: Patricia Rozema;
Elenco: Pascale Bussières, Rachael Crawford, Henry Czerny, Don McKellar, Tracy Wright.

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Dia 26/09 - Terça

19h30
Não é você, sou eu
Aos 30 anos, o cirurgião Javier não consegue deixar de ser um adolescente tardio. Ele resolve tentar a vida nos EUA ao lado da namorada, que viaja antes dele para acertar as coisas. Após ser traído por ela, Javier fica sem onde morar e volta à casa onde passou sua infância. Afogado em lembranças, passa a freqüentar sessões de terapia para tentar levar a vida adulta com plenitude e esquecer a ex-namorada.
Origem/Ano: Argentina/ 2004; Duração: 105 min;
Direção: Juan Taratuto;
Elenco: Diogo Peretti, Soledad Villamil e Cecilia Dopazo.

21h30
Closer - Perto Demais
Anna é uma fotógrafa bem sucedida, que se divorciou recentemente. Ela conhece e seduz Dan, um aspirante a romancista que ganha a vida escrevendo obituários, mas se casa com Larry. Dan mantém um caso secreto com Anna mesmo após ela se casar e usa Alice, uma stripper, como musa inspiradora para ganhar confiança e tentar conquistar o amor de Anna.
Vencedor do Globo de Ouro nas categorias: Melhor Ator Coadjuvante (Clive Owen) e Melhor Atriz Coadjuvante (Natalie Portman)
Origem/Ano: EUA/ 2004;
Duração: 100 min;
Direção: Mike Nichols;
Elenco: Natalie Portman, Jude Law, Julia Roberts, Clive Owen.


SERVIÇO
Mostra Amor nos Tempos de Agora
Sesc Santana

12.set.2006 a 26.set.2006
3a às 19h30 e 21h30

Avenida Luiz Dumont Vilares, 579
Santana - São Paulo - SP - Brasil
[11] 6971-8700

Recomendado para maiores de 16 anos. Grátis

http://www.sescsp.org.br
email@santana.sescsp.org.br